
Tanto os seus filhos quanto a sua esposa eram felizes; ambos tinham hábitos de todas as vezes que ele regressava do seu trabalho o abraçar eo beijar.
E logo após a ceia ainda sentados á mesa dialogava e se alegravam com as versões do seu horói. A paz e a alegria eram constantes, até o dia em que a esposa conheceu novos vizinhos e começou a tirar parte do seu dia para compartilhar das novas amizades que a cada dia se multiplicava.
Sua permanência, sua alegria, sua satisfação, foram se esfriando, pois seu amor estava sendo dividido e seus filhos já estavam sentindo sua falta. Quando seu esposo percebeu, ficou muitissimo triste, mas apesar do seu coração conturbado em hipótese alguma queria ferir sua esposa, o seu amor foi acabando a cada momento. Até que um certo dia quando seu esposo voltou do trabalho só foi abraçado pelos seus filhos, pois não mais contemplou sua esposa que olhava subistituindo por uma simples aventura. Com sua voz trêmula, com as palavras quase não saindo da garganta e com as lágrimas caindo sobre o rosto perguntou aos que lhe restavam, os seus filhos queridos. Filhinhos, onde se encontrava vossa mãe
Filhinhos digam que seu pai vai busca- la em qualquer lugar. Mas seus filhinhos chorando responderam: Não sabemos papai, não sabemos, nós esperávamos uma explicação do senhor.
Aquele homem incansável e humilde continuou a procurar sua querida esposa para reclinar-se novamente a sua mesa e passaram-se alguns anos, mas um certo dia de domingo, próximo a hora do almoço, a campainha tocou, ao abrir a porta contemplou uma mulher mal vestida, suas vestes estavam sujas, haviam alguns hematomas em seu rosto e se reclinava em sua parede pois estava faminta, sedenta com sintomas de embriagueis mas mesmo assim aquele homem reconheceu a sua esposa, chamou seus filhos e ambos a receberam com amor, e foi reconstituida a grande família.
Ficando assim bem claro que o ódio expressa contenda, mas o amor cobre todas as transgressões.
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