No divã da sala, um corpo sem fala com a vida exposta. Revirando o passado até pelo avesso ,procua resposta.
Será que o teu destino, brincou com a tua vida, te jogou confete. Sem alma, sem amor, igual marionete. Deixou riso no teu rosto e lágrimas no coração.
Igual a um meninno, que largou a mão de Deus e quis seguir sozinho. Agora geme e chora, é ave sem seu ninho. Se perdeu pelo caminho sem saber voltar... Fala com as paredes mas não ouve a voz do pai, dizendo: ´´filho estou aqui´´. Solta o grito preso na garganta: ´´Ó meu Deus, a dor é tanta´´, use a tua fé, que tudo vai mudar. Tanto que te amo, te quero nos meus planos pra ti fazer feliz.

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